Emptyness inside me again.
I wish to cry.
I wish to feel joy.
I wish to be happy and not rememeber all the bad things I do.
Can you help me?
Emptyness inside me again.
I wish to cry.
I wish to feel joy.
I wish to be happy and not rememeber all the bad things I do.
Can you help me?
Não é a sua tristeza passageira. Aquela em que você tá meio mal e depois passa. Não. É estar sempre triste. É fingir sorrisos, é fingir tão bem que as pessoas param de perguntar e assumem que nada mudou. Mesmo as mais próximas. É querer chorar e não ter mais lágrimas. É ter a consciência de que você não está com depressão, você tem depressão.
E qual é a bendita diferença? Estar é algo momentâneo. Ter é diferente. Depressão não tem cura. Tem tratamento. E assusta. Tudo relacionado à mente assusta.
Quem tem depressão sofre mais. A vida é mais dolorida. Por mais que você diga que não pensa mais naquilo, um segundo depois está remoendo as feridas. E por consequencia, internalizando-as ainda mais.
Comigo, ter depressão é saber que eu posso estar bem, mas um switch muda no meu cérebro e eu passo a ficar triste o tempo todo. As crises vem aos poucos. A vontade de não fazer nada começa a surgir. Eu me conheço e por isso me forço. Me foco em uma área da vida e faço o mundo por ela, assim fico ocupada demais para sentir dor e tristeza. Mas mesmo assim, nos tempos vagos, ela aparece. No meu caso, eu me foco no trabalho. E sou só sorrisos, faço o meu melhor e até além dele para que fique tudo perfeito. Me dedico mesmo. Negligencio outras áreas, como a familiar, admito.
Eu me sinto vazia. Como se não tivesse nada dentro de mim, nenhum outro sentimento. Como se eu fosse incapaz de sentir algo que não seja dor e tristeza. As risadas saem forçadas, por mais que eu tenha aprendido a não mostrar isso. Eu perco o limite, não consigo beber(pq se bebo, vou dar vexame). Eu choro. Choro até as lágrimas secarem e só sobrar o nó na garganta. E sinto que nunca serei compreendida.
Me sinto até injustiçada. Porra, porque eu tenho que ter essa merda? Eu deveria ser feliz. Eu tenho uma casa, uma filha linda e inteligente, um cara que me ama, aceita a minha filha(e a ama muito) e que apesar dos erros, tem tentado se redimir. Eu tenho um emprego. Eu trabalho com o que eu gosto. Tenho uma casa. E é minha, não é aluguel. Tenho duas gatas sapecas e super carinhosas. Amigos que me apóiam. Moro aonde eu sempre sonhei. Muitos sonhos realizados, sejam de consumo ou de conhecer/ver/visitar. Eu deveria ser feliz. Mas não sou.
Às vezes, penso em fugir, deixar tudo pra trás e ir começar vida nova. Às vezes, quero morrer. Às vezes, a dor é forte demais. Aí penso no que deixaria para trás e não consigo. Não mais.
Outro dia, lí uma frase perfeita. “A vida é mais dolorida para o depressivo”. E é verdade. Tudo toma proporções gigantescas para nós. E basta um descuido, uma desilusão(como dessa vez) para voltar tudo. Não sei quanto tempo demorarei pra sair dessa crise, que eu já reconheço ser até mais leve que as outras, também não sei se um dia sairei, espero que sim. Eu só quero ser feliz. Quero acordar e sentir algo além de dor de novo. Quero me sentir bem, não me ver gorda, feia. Quero dar valor às pessoas ao meu redor. Quero conseguir brincar com a minha filha. Quero conseguir sentir. Quero ser feliz.
eu tô cansada de me sentir assim. cansada de estar sempre triste. cansada de não conseguir esquecer todo o mal que me foi causado. eu só queria que essa dor fosse embora. que esse sentimento sumisse de mim e que eu conseguisse superar isso, até pra poder decidir o que fazer. pois do modo como eu tou, não consigo tomar decisões. e essas decisões não podem ser adiadas por muito tempo. eu só queria conseguir entender porque. porque fazer isso comigo? eu nunca fiz nada além do meu melhor. eu não merecia isso.
Eu olhava para você e estava feliz. Olhava e via meu futuro. Via meu porto seguro, meu pilar. Me sentia segura. E então, você tirou isso de mim. Me trouxe a insegurança, a tristeza. Antes eu via em você uma pureza encantadora, um senso de honestidade sem igual. Hoje não consigo ver isso.
Antes eu era inteira, hoje estou em pedaços. Você me deixou assim.
Eu tinha a utópica idéia de que você era diferente, de que não me decepcionaria, não faria igual a tantas pessoas ao meu redor. E você fez. Você me decepcionou. Em seus olhos eu não consigo mais ver aquela pessoa de outrora. Aos meus olhos, você é outra pessoa. Alguém que me fez mal. lguém que eu não sei se quero manter na minha vida. Mas o simples pensamento de não te ter ao meu redor dói. Assim como lembrar do que você fez também dói. Pensar em você dói. E dói demais. Dói mais do que eu poderia conceber em minha imaginação(e olha que ela é vasta).
Hoje a dor que eu sinto, o vazio. Você arrancou de mim tudo de melhor que eu poderia oferecer. E eu, tola, deixei sem perceber. Espero que tenha valido a pena perder tudo que a gente tinha e que não conseguiremos mais recuperar. Por que um sorriso, dizer que eu sou linda e que você me ama não será o suficiente, não desta vez. Nada será. E eu não sei se conseguirei remendar mais essa ferida, porque essa é intríncica demais, internalizada pela história da minha vida. E você a re-abriu, deixando-a mais profunda.
Espero que tenha valido a pena arrasar comigo, me deixar em pedaços, tirar de mim todos os planos felizes que eu tinha, arrisco até dizer, tirar minha paz de espírito e minha segurança, meu chão. Espero mesmo. Porque fazer o que você fez é crueldade demais. Especialmente com alguém que você diz amar.
Às vezes, tudo que queremos é ser valorizados. Somente isso. Não queremos nos sentir como lixo porque alguém nos passa essa impressão. Queremos saber que acrescentamos na vida dos outros, que somos importantes e especiais. Que as pessoas sentem nossa falta.
Eu só queria que você entendesse isso agora e não quando já for tarde demais…
Às vezes uma simples frase pode mudar o seu dia inteiro. Às vezes um dia bom pode ficar ruim e vice versa. Às vezes, tudo o que você precisa é um carinho e um abraço e às vezes, não ter, por qualquer motivo que seja, é pior do que dá pra suportar.
ninguém sabe a dor aqui dentro, o tamanho que ela tem, ninguém sente. e por mais que tentemos sempre estar com alguém, como o instinto humano nos manda, todos nós nascemos e morremos sozinhos. só que às vezes, dói demais se sentir sozinho.
As coisas não estavam boas, é verdade. E ainda não estão, é verdade novamente. Mas por um instante eu ví todos os meus planos, todo o meu futuro, meu tudo sendo arrancado de mim. Eu não sabia o que fazer, como agir. Eu não tinha forças para nada, era uma dor tão forte, algo que eu nunca senti antes, era maior do que eu, maior do que tudo. Maior do que qualquer coisa naquele instante. E ainda dói, mesmo tendo passado. Ainda dói muito. Meu pior pesadelo se tornou realidade. E agora não sei se as coisas voltaram ao “normal” por pena ou porque era um blefe. Eu não quero sentir isso de novo.
Por um instante, minha vida acabou. E então, voltou ao normal. Ainda não sei se foi um pesadelo ou se foi a realidade. Na verdade, sei sim. Mas não quero acreditar que tenha acontecido.
A noite há muito tinha caído. Escura, solitária. As estrelas não brilhavam. Tudo parecia tão sem sentido. Todos estavam dormindo. Ela estava tão só. Confusa, deprimida, sem saber o que fazer. Olhou no relógio, 3:20. Resolveu passear pela rua, mas logo desistiu. Olhou novamente. 3:21. Ficou ali deitada tentando resolver seus problemas.
i’m sorry. i love you. don’t make me cry.

Well, o.k. we get along
So what if right now everything’s wrong?
If it makes you happy
It can’t be that bad
If it makes you happy
Then why the hell are you so sad
Sheryl Crow - “If It Makes You Happy”
A dor da separação é muito grande. A solidão durante a noite, sem ele pra me aquecer, sem alguém pra rir comigo de besteiras, ou me fazer companhia enquanto eu cozinho. A pior parte é saber que são mais 5 noites até reencontrar aquele que eu amo, que me completa, me aquece, me faz rir, me faz companhia. Até rever minha alma gêmea.
Hoje estava ensolarado, abafado. Um típico dia de verão. Mas o tempo agora está fechado, ventando e aparentemente, teremos chuva. Hoje eu estava feliz, alegre. E uma palavra mal dita e estou triste, brava, tal qual o dia ensolarado que mudou.
Tudo que ele queria era tocá-la. Sentir seus lábios uma última vez. Olhava seu retrato na parede e sentia dor no peito, sentia como se nada daquilo algum dia pudesse voltar. Como se algum dia de fato tivesse existido. A verdade era que ela nunca olhou para nada além de seu próprio umbigo. Nunca o notou. E ele sempre esteve ali, ao seu lado. Ele sempre fez o mundo por ela. E o máximo que conseguiu foi um único beijo. Aquele momento sublime. Sentou-se no computador e fingiu digitar mas na verdade, ainda pensava nela.
Ela por sua vez, pensava na última conversa. No quanto sentia e ele nunca percebera. O quanto sentia sua falta. Sentada no computador, olhava seu plano de fundo. Um dia no parque, uma foto dos dois com um balão de ar. Nunca tivera coragem de contar seus sentimentos. Nunca conseguiu falar nada. E um dia, ele a beijou. Um único beijo. O melhor momento de sua vida. E nunca mais soube dele. Levou suas mãos aos seus lábios e os tocou levemente. Aquele beijo estava impresso nela. E ela ali se sentou, pensando na vida. Nos momentos felizes. Em como tudo passava rápido demais. E então entendeu, ela não sabia aproveitar.